Há mais coisas entre o céu e a terra…

18/10/2009 por deborabresciani

Não darei desculpas esfarrapadas por não ter escrito por aqui por alguns dias… mas um feriadão e mais uma viagem a trabalho devem justificar tudo. Bom, a viagem foi a Não-Me-Toque/Carazinho, para um evento ao vivo, e foi bem legal. São nessas viagens que tenho a oportunidade de conviver mais com meus colegas que são de outros estados, neste caso, de São Paulo. Vieram, desta vez, um comentarista econômico e aquele que sempre tem assunto, em qualquer lugar, com qualquer pessoa: um meteorologista.

Piadinhas é o que não faltaram sobre a profissão do meu “colega do tempo” durante a viagem inteira. Tudo bem… ele já está acostumado. ”Essa do ‘cara precipitado’ eu já ouvi 57 vezes!”. Ele só sorria. Depois começou a contar histórias interessantes.

Uma delas é que quando entra num táxi e o taxista puxa papo: “O que o senhor faz?”, e ele não está afim de conversa, responde: “Sou advogado!”. Pronto. Caso contrário, sabe que a corrida será looonga… Outra história foi como a profissão pode atrapalhar um encontro romântico. Com as mulheres, confessou que já decepcionou por saber demais sobre os fenômenos naturais. Mais especificamente quando ao assistir ao pôr-do-sol explicou para a namorada o que era aquilo que ela estava achando lindo. E aí ele contou algo que, para mim, foi novidade.

Explicou-me (não com estas palavras, claro) que o céu é azul pois as ondas de luz que refletem as gotículas de vapor d’água chegam até o nosso olho nessa cor. Até aí tudo bem… Mas no pôr-do-sol quando observamos aquele céu azul misturado com o cor-de-rosa que achamos lindo, na verdade não é bonito, não. Aquela cor rósea, agradável para os nossos olhos e que faz tantos casais suspirarem ao admirar um final de tarde, nada mais é que outras substâncias dispersas no ar, portanto, a poluição.

Logo me veio uma referência a tudo isso: quantas vezes já nos enganamos com coisas ou pessoas que, a primeira vista, pela aparência, nos parecem lindas, mas depois de algum tempo você descobre que há um grande equívoco?

Cito alguns exemplos: tem aquele sapato maravilhoso que você compra e fica perfeito, mas na primeira saída faz uma bolha enorme no seu calcanhar… Aquele filme com os melhores e mais bonitos atores, que no final não passa nenhuma mensagem realmente útil… Aquele programa de feriado que era pra ser ótimo e acaba virando “programa de índio”… E, finalmente, tem também aquelas pessoas, um amigo(a), uma paixão, que aparentemente são belas em todos os sentidos, mas em algum momento decepcionam você… Um céu cor-de-rosa total.

É, daí fico pensando, há mais coisas entre o céu e a terra… enfim, o resto você já sabe.

Foto: Reprodução

Contradição?

Repercutiu!

07/10/2009 por deborabresciani

Meu post do dia 25/09 repercutiu!

Meu querido colega e jornalista Irineu Guarnier Filho escreveu em seu blog, no site do Canal Rural, um post sobre aviação e usou trechos do meu texto “divertido”, segundo ele mesmo referiu.

O Iri, como o chamamos lá na TV, é um grande jornalista, com larga experiência no agronegócio, apresentador do Canal Rural e do programa Campo & Lavoura da RBS TV. Como hobby, Iri sempre se interessou por assuntos ligados a avião (chegou a pilotar acompanhado por instrutores), lê muito sobre o assunto e tem amigos na área. No blog, ele aborda assuntos pertinentes ao agronegócio, mas vai mais além, fala também da sua paixão por livros, arte, carros, viagens, vinhos e aviões.

Fiquei feliz em saber que ele gostou do meu texto e fez disso uma base para falar de uma das coisas que mais gosta: voar. Meu blog tem apenas alguns dias de vida e já está sendo citado. É muito bom!

Clique aqui para ler o post do Irineu.

Clique aqui para relembrar o meu post.

Minha relação com John Mayer…

04/10/2009 por deborabresciani

Há pouco mais de três anos, no meu aniversário, ganhei um presente que não esquecerei jamais. Era um CD do John Mayer, aquele que o revelou para o mundo inteiro, Room for Squares, com a conhecida “Your body is a wonderland”. A partir daí comecei a escutar o cara direto e gostar das composições dele. John Mayer permeia o estilo de música que faz bem para os meus ouvidos. Embora eu não concorde com atitudes da sua vida pessoal (Leia-se: trocou Jennifer Aniston pelo Twitter), concordo com sua produção musical e carreira. 

“Your body is a wonderland”, por exemplo, é de uma delicadeza extrema. É assim que eu vejo. Sim, tem uma malícia óbvia. Mas é uma malícia delicada, com respeito. Se é que você entende… É só olhar o clipe e ver como ele trata a mulher ao encontrá-la.

Bom, dito isso, gostaria de falar sobre o presente em si. Como é bom quando você nota que o presente que está recebendo foi comprado pensando MESMO em você. Você imagina: “Poxa, acertou em cheio! Certamente, eu estava na cabeça dele/dela quando fez a escolha”.

A pessoa que me deu este presente nem conhecia muito meus gostos musicais, mas me conhecia a ponto de deduzir o que poderia me agradar. Não, não pense que estou sendo pretensiosa, não é minha intenção achar que os outros me acham delicada, meiga ou qualquer coisa nesse sentindo. Mas sei até que ponto aquele presente, naquele momento, foi comprado pensando em mim. Acho que tenho tantos traumas com presentes que não tinham nada a ver comigo, que este por ter tanto a ver, me marcou. Pois é, não é tão difícil me agradar. Um CD e pronto, já fiquei feliz. E quem me presentou? Não vem ao caso. Mas é uma pessoa por quem tenho um respeito muito grande. Um amigo. Um mestre… em saber, naquele instante, como poderia me surpreender.

E você, já ganhou um presente que nunca mais esqueceu? ;)

A Revolução da Rede

01/10/2009 por deborabresciani

Lá no meu texto de estreia deste blog, eu mencionei que “os poderes da internet” seriam assunto de outro post. Pois então… Vi este vídeo em um link no Twitter (oh, já começa por aí…) e achei bem interessante. Fala sobre a Revolução das Mídias Sociais e como, nos últimos anos, a troca de dados e informação aumentou de forma absurda por todo o globo terrestre e como se dá de maneira cada vez mais rápida (banda larga powers!).

Juntando isso à teoria nada módica e otimista como sempre de Pierre Levy, publicada nesta matéria da Revista Amanhã de 25/08/2009, de que caminhamos para uma nova linguagem dentro do ciberespaço e que ainda não podemos entendê-la (!), acho que, pelo menos, podemos prever um pouco do rumo impressionante que a rede mundial de computadores e suas ferramentas vão seguir.  

É impressionante o presente (vide vídeo) e o futuro (vide previsão de Levy). O impressionante do passado é… como viviam sem isso!?

Tiago Iorc: você ainda vai ouvir falar dele…

28/09/2009 por deborabresciani

Semana passada, assistindo ao Jornal do Almoço, uma voz me chamou atenção. Uma música especificamente. Era o cantor Tiago Iorc divulgando os shows que faria pelo Rio Grande do Sul. Confesso que não sabia que era ele o autor da conhecida “Nothing but a song” e também nunca tinha ouvido falar nele. Dificilmente, um brasileiro canta tão bem em inglês. Tá aí! Me encantei pela voz do cara e fui no show ontem, no John Bull Pub, conferir.

Nascido em Brasília, viveu seus primeiros anos na Inglaterra - daí o inglês perfeito - e morou por outros tantos anos no Rio Grande do Sul. Hoje vive no Rio, onde já está estourado… assim como em São Paulo. Já emplacou três hits em novelas da Globo e deve ser daí que a gente não liga o nome à pessoa.

Seu estilo está sendo comparado ao de John Mayer (também já ouvi comparações com Jack Johnson, James Blunt…) e ele sabe tirar muito bem proveito disso.  Com uma banda competente formada por Rodrigo Nogueira, Leonardo Maristi e Daniel Gordon, Tiago tem um jeito carismático, sabe como movimentar-se no palco e dar atenção ao público, o que completa sua bela voz rouca e, ao mesmo tempo, suave.

No repertório, clássicas dos Beatles, passando por Jason Mraz, Amy Winehouse, e as suas próprias e boas composições.

Mais do que um cantor para adolescentes, ao fazer o solo de “My Girl”, levou a mulherada ao coro e ao delírio. Principalmente, aquelas que, como eu, tiveram a (pré-)adolescência nos anos 90 e viram o filme do qual essa música é tema. Na voz de Tiago, essa também é a trilha da personagem de Alinne Moraes, na novela “Viver a Vida”. Com mais de uma hora de show, voltei pra casa bem satisfeita.

Anota aí: Tiago Iorc. Porque você ainda vai ouvir falar dele.

 

A propósito…

27/09/2009 por deborabresciani

Por falar em William Bonner (vide post anterior), meu livro de cabeceira no momento é de autoria dele. “Jornal Nacional: Modo de fazer” (Editora Globo, 248 pág.) é praticamente uma revista, daquelas que, se tu tiveres um tempo, lê em 1 hora: muitas fotos e cases.

O livro é bem escrito e segue a linha do “backstage”, o que acontece por trás das câmeras. Muito indicado para quem tem curiosidade sobre os bastidores e que não necessariamente seja um jornalista. Com uma linguagem “água-com-açúcar”, para alguns profissionais da área de televisão pode parecer raso. Mas é aí que está a grande sacada de Bonner. Ele quer, como no jornal, atender a todos que o assistem e o lêem.

Para os profissionais, certamente, o que vai interessar são os cases. Citações detalhadas de produção e execução de grandes coberturas jornalísticas.

O preço sugerido de mercado é R$ 35,90. Na Fnac, com o preço verde, você leva por 28,70. (E por falar nisso também, adoro a Fnac, com a mistura da área de tecnologia e livraria tudo-junto-no-mesmo-lugar… mas isso é assunto pra outro post…)

Ah, o valor do livro não vai para o bolso do Bonner. Ele doou os direitos autorais para a Escola de Comunicação e Artes, da USP. Universidade pública, onde se formou.

Jornal Nacional: modo de fazer

Jornal Nacional: Modo de fazer

O homem ideal…

26/09/2009 por deborabresciani

Domingo desses, antes de sair para ir a um café com amigas, ouvi o som da TV da sala… voz do William Bonner e Fatima Bernardes. Bom, todo mundo que me conhece sabe que, depois de conhecer os dois pessoalmente, virei fã do casal. Nesse dia, os dois jornalistas eram entrevistados pelo Faustão (maldito domingo que não tem nada bom na TV pra ver… o bom é sair de casa, mesmo que seja pra tomar um café), que perguntava sobre suas vidas pessoais. Coitada da minha amiga que ficou esperando mais de 15 minutos na frente do prédio até que eu terminasse de assistir o que me interessava.

Bom, outra coisa que é inerente ao ser humano é querer saber um pouco sobre a vida do seu ídolo, e, nesse caso, eles são meus ídolos, ícones absolutos da minha profissão. Quem nunca leu uma notícia de fofoca que atire a primeira pedra, vai. Depois do quase-ex-gordo Faustão dizer que eles tinham um ótimo caráter, eram ótimos pais, blá, blá, blá, reclames do plim plim e mais blá blá blás que ele SEMPRE irritantemente fala, o Bonner revela em uma frase o que o colocou na lista de uma pesquisa (clique aqui para ler) como o segundo homem que as mulheres acham ideal – o primeiro é o maluquete-esquisito-Edward-Mãos-de-Tesoura Jhonny Deep (com o que não concordo absolutamente).  Bonner conta que quando vai a um restaurante com sua esposa e ela quer experimentar um prato novo,  ele, automaticamente, depois do que ela pedir, opta por um prato que ela goste, no caso dela não gostar do próprio pedido e quiser trocar. GENTE, PARA TUDO QUE EU ACHO QUE TÔ NA ESTAÇÃO ERRADA!!!… Que homem é esse, meu Deus????? Cadê a forma (fôrma?) que colocaram fora?! Me vê uma aí!

Um amigo, que leu este texto antes de eu postar, tentou defender a racinha: “Mas eu já levei em restaurante e entrei em consenso”. Não, querido! Entrar em consenso é entrar em consenso. Se abster da sua opção em favor da dela é grandioso. É deixar ela arriscar-se… ou melhor, é não deixar ela passar pelo risco de não gostar da janta. É fazer com que ela se sinta segura. Cavalheirismo e segurança, palavras-chave que deveriam ser colocadas mais em prática pelos homens de hoje.

Depois de quase 20 anos de casados, três filhos, uma mecha branca do cabelo que se transformou em INÚMEROS fios brancos, o homem falar isso em rede nacional… Bom, o que me restou foi pegar minhas coisinhas e ir para o meu café. Homem ideal só na TV e aquele já tem dona. Pena.

(Olha lá pelos 1:35… e perceba a cara dela de que está adorando… sortuda!)

De volta… sã e salva!

25/09/2009 por deborabresciani

E cá estou eu de novo postando no meu blog. Na viagem não deu mesmo… bastante correria… na verdade, quase uma aventura. Só para se ter uma ideia: voei com avião de hélice (sim, hélice… e não era um helicóptero!! Preciso de um adicional de periculosidade no meu salário, por favor…), viajei em um carro alugado de Maringá a Londrina para pegar um avião e passei por 6 aeroportos diferentes em menos de 48h. Ufa!

A viagem começou em Porto Alegre, com a empresa Azul – até aí tudo bem, já voei de Azul e acho um charme os aviões da Embraer… os snacks que servem também são bons – fizemos uma escala em Navegantes (SC), depois uma conexão em Campinas (SP). Foram duas horas de espera no aeroporto pequeno de Campinas… engraçado é ter que caminhar na pista nesses aeroportos pequenos pra chegar até a sala de desembarque. Seguimos então para Maringá (PR). É, fomos a SP para voltar pro PR… não me pergunte por quê, não fui eu que estabeleci o itinerário. No evento, tudo certo… ao vivo sempre tem que dar certo. Contamos com bastante ajuda e envolvimento dos professores da UEM (Universidade Estadual de Maringá). E então voltamos pra casa… e é aí que eu queria chegar. Eu já tinha ouvido falar na empresa Trip Linhas Aéreas, mas nunca tinha dado muita bola… Dessa vez eu conheci bem.

O último vôo da Azul para Porto Alegre era muito cedo, não daria tempo, então tivemos que ir até Londrina, com um carro locado para pegar outro avião e dessa vez da Trip. No caminho, meus colegas iam me “aterrorizando” dizendo que certamente o avião que iríamos pegar não era o Embraer, parecido com o da Azul, e sim o ATR, sem as belas turbinas e com duas pavorosas hélices. Eu já estava branca, mais do que eu sou. E lá realmente foi confirmado. Bom, eu tenho um lema: posso estar cagada de com muito medo, mas eu tento superar o que me corrói por dentro. Foi assim minha vida toda. Pode ser que depois, no meio do caminho, eu pense: “Não deveria MESMO ter feito isso”, mas pelo menos eu tentei superar o meu medo.

E lá fomos nós caminhando até o avião com hélice. Eu e a Fê até tiramos uma foto antes de começar a nossa aventura (olha a foto ali embaixo). Até porque quando fechassem as portas, como sempre diz um colega nosso: “Já eraaa!”

Não vou mentir, na decolagem e no pouso, ele balança mais do que os aviões maiores, mas o vôo em si é bem tranquilo e o serviço de bordo é óteeemo. Comida de verdade, com garfo e faca, não é barrinha de cereal. A entrada é por trás e, dentro, a aeronave é bem pequena, o serviço de bordo vem só por um lado. Antes da cabine do piloto tem uma parte de cargas, que acho é ali que ficam as bagagens (e talvez os paraquedas…).

E então fomos de Londrina para a escala em Foz do Iguaçu (sim, para completar ainda tinha uma escala… decolei e pousei mais de uma vez com o avião de hélice!). Dizem que, se fosse de dia, o piloto faria um vôo panorâmico sobre as cataratas… gostaria de ter visto isso. E de lá voltamos a Porto Alegre. Foi uma viagem bem legal. Sai da rotina da redação para viver dois dias bem divertidos e de descobertas.

Maringá é uma cidade maior do que eu pensava (335 mil habitantes) com uma baita universidade estadual, que conta com 22 mil alunos. A catedral tem a maior estrutura da América do Sul em forma de cone. Londrina também é muito charmosa e maior ainda, cerca de 600 mil habitantes, só que o aeroporto é bem pequeno, bem menor do que Maringá, por incrível que pareça. E Foz do Iguaçu é o segundo maior destino de turistas (principalmente estrangeiros) do Brasil, perdendo apenas para o Rio. Foz já está inclusa na lista das minhas próximas viagens de férias.

A Trip Linhas Aéreas tem rotas regionais bem interessantes. Se você não quiser perder tempo, puder gastar um pouco mais em uma passagem, é uma boa alternativa. São 10 ATR 72, 12 ATR 42 e 4 Embraer 175. E a expectativa é que até o final do ano mais aeronaves se somem a esse montante. Fica a dica.

Fernanda e eu antes de embarcar no ATR 72, em Londrina (PR).

The Marshmallow Test

22/09/2009 por deborabresciani

Eu tô que nem criança quando tem brinquedo novo. Não quer largar de jeito nenhum. Ou quando está na frente de um doce muito bom. Não consegue resistir. Pois é… amanhã vou viajar pro Paraná e terei que me ausentar por alguns dias do meu amado blog.

Levarei meu notebook junto, mas estarei numa correria grande de trabalho. Será que vou resistir a um novo post?! Ai céus… me vejo nesse vídeo do Marshmallow Test. Aliás, a loirinha de laço laranja na cabeça parece comigo quando era pequena… :D E cuidem o loirinho de camiseta verde musgo cinza escuro: fofo².

Até a volta!

“Você não vale nada, mas eu gosto de você!”

21/09/2009 por deborabresciani

Na van, indo para a Expointer, ouvi uma frase triste, mas que rendeu uma risadinha: “Sabem qual é o melô do diploma de jornalista??? Você não vale nada, mas eu gosto de você!”. Bom, jornalistas tirando sarro da própria desgraça. Fazer o quê.

O brabo é quando tu lê notícias como esta do site Comunique-se: clique aqui para ler.

Gente que já vê na (não-)regulamentação uma boca pra arrancar dinheiro de trouxa e ainda ter uma boa argumentação para tanto. Já faziam isso desde 2003, mas agora estão protegidos por uma lei.

E pensar que têm criaturas que são a favor. Chega a dar raiva. Só jornalistas de verdade sabem o valor de ter a academia nos seus currículos. Cadeiras de ética, redação, antropologia, sociologia, administração em jornalismo… Saber apurar uma notícia e divulgar algo com responsabilidade não se aprende em 45 horas. E pra piorar, esse curso absurdo oferecido é direcionado ao jornalismo online. Qualquer irresponsabilidade pode ser apagada ou mudada como se nada tivesse acontecido.

Viva a liberdade de expressão, mas com responsabilidade.